Atuação na Bahia
Rosemberg Pinto explica que na Bahia a Petrobrás realiza em sua párea de atuação o Projeto de Recuperação de Matas Ciliares de Manguezais. O objetivo é preservar o meio ambiente e diminuir consideravelmente os impactos negativos aos mananciais. “Além do trabalho comercial da companhia, existe um forte diálogo com a comunidade, sempre na busca da sua conscientização em relação à preservação do meio ambiente e, em especial, à utilização da água”, afirma, destacando que as ações da empresa não são orientadas apenas pela atividade econômica, mas também pelo princípio da sustentabilidade com relação ao meio ambiente e à água.
Tamar
Ficam no litoral baiano algumas das principais bases do Projeto Tamar. Patrocinado pela Petrobrá, o Tamar já ultrapassou a marca de cinco milhões de tartarugas marinhas protegidas em cerca de mil quilômetros de praias de oito estados brasileiros. O projeto é gerenciado pela Fundação Pró-Tamar e conta com o apoio do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente.
Recuperação de Manguezais
A empresa desenvolveu ações de preservação, conservação e recuperação de manguezais nas regiões de Maragojipe, São Francisco do Conde e Candeias. O objetivo é promover o reflorestamento de manguezais, utilizando a mão-de-obra das comunidades e conscientizando a população sobre a importância desses manguezais para o ecossistema.
Baleia Jubarte
Presentes em diversas áreas do litoral da Bahia durante a temporada de reprodução, entre julho e novembro, as baleias jubarte têm população estimada na costa brasileira em torno de 2,5 mil indivíduos e migram todo ano das águas frias da Antártida, onde se alimentam, para o Banco dos Abrolhos, o mais importante berçário de baleias no Atlântico Sul Ocidental. O Banco dos Abrolhos constitui um alargamento da plataforma continental brasileira, que se estende desde o Rio Doce, no Espírito Santo, até Prado, no extremo-sul da Bahia. O projeto, que conta com patrocínio exclusivo da Petrobrás, está agora realizando com sucesso o turismo de avistagem de baleias nessa região.
Água e cidadania no semi-árido – da escassez à sustentabilidade
O projeto Água e Cidadania – da escassez à sustentabilidade propõe a melhora do processo de organização da sociedade civil para a convivência com o semi-árido. No primeiro ano, a proposta é ampliar a captação de água de chuva para as famílias da zona rural, com a construção de cisternas de placas. Participando diretamente do programa do governo federal, cuja meta é alcançar a marca de um milhão de cisternas até julho de 2008, a Petrobrás, em parceria com a ONG Articulação do Semi-Árido (ASA), está construindo milhares de cisternas na Bahia, Sergipe, Alagoas Pernambuco.
Programa 1 Milhão de Cisternas
Esse programa faz parte do Programa de Formação e Mobilização Social para Convivência com o Semi-Árido, que investirá R$ 1 bilhão na construção de cisternas no semi-árido nordestino. A idéia é simples: coletar a água da chuva que cai nos telhados e armazená-la em grandes caixas de água feitas de cimento. Esse modelo, desenvolvido na década de 60, substituiu os tijolos por placas de cimento pré-moldadas e concebeu uma cisterna redonda na qual a pressão da água diminui e evita rachaduras.
